Exercício da Semana

Pergunte às obras de arte. Mas não precisa gritar

Perguntar não ofende

A grande virtude de uma obra de arte de valor é oferecer ao espectador uma variedade tão grande de informações, literais e escamoteadas, que somos capazes de a cada olhar encontrar uma mensagem diferente. E o mais interessante é que não importa qual foi a intenção original do artista. Umberto Eco em seu ensaio Obra Aberta, afirma que a obra deixa de pertencer ao autor assim que ele a expõe ao público. Cada um que encontre suas mensagens, referências e explicações.

| Seu desafio |

 

O que você perguntaria a estas obras de arte?

 

Seja subversivo. Não se contente com ideias óbvias. Pense em perguntas realmente inusitadas e inesperadas. Faça mais de uma, várias para cada obra. Você verá que as perguntas irão melhorando a cada novo enfoque.


O Grito, de Edvard Munch


 David, de Michelângelo


Moonlight Sonata, de Bethoven


Se quiser, publique suas perguntas nos comentários abaixo. E se for corajoso(a) mesmo, poste em suas redes sociais.

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Amaral, o amoral

Entidade que habita nosso cérebro com a capacidade de pensar em qualquer coisa, sem julgamento. Um ser amoral, separado de nossa consciência, nossas crenças e visão de mundo. Graças ao Amaral, conseguimos criar sem a preocupação de estarmos indo contra a nossa própria lógica, ignorando tranquilamente os conceitos de "certo" e "errado".

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