Exercício da Semana

Meu nome é Bond: Zé Raimundo Bond

Rebatize várias obras da cultura pop

Uma excelente maneira de estimular o cérebro criativamente é pensar em alterações de padrões muito arraigados e concretos. Pensar diferente. Pensar subversivamente. Você exercita a abstração e ajuda seu cérebro a desenvolver uma “lógica criativa”.

É comum as obras estrangeiras chegarem ao Brasil com nomes que não têm nada a ver com o original. Imagino que pela visão dos distribuidores brasileiros, um nome muito simples não é capaz de atrair o público nacional. principalmente quando o título é apenas o nome de um personagem.

Pode ser também ser uma certa prepotência em achar que os incompetentes lá de Hollywood não entendem nada de marketing, e se perdem na hora de escolher o título de seus filmes. É claro que tem a questão cultural, mas o desejo de dar um pitaco fica claro.

Conclusão: nomes são apenas nomes. Por isso, se você pudesse escolher o aqueles que mais gosta, o que faria?

| Seu desafio |

Crie novos nomes para títulos muito conhecidos da cultura pop:

A Bela Adormecida:
Matrix:
Os Simpsons:
Pinóquio:
Senhor dos Anéis:
The Voice:
Titanic:
Peter Pan:
Vingadores:
Shrek
Harry Potter:
Fantástico (o programa):
Guerra nas Estrelas:
Homem‐aranha:
Zorra:
Big Brother:
Bíblia:
La Casa de Papel:
Branca de Neve:
Disneylândia:
Games of Thrones

 

IMPORTANTE: Não se preocupe apenas em explicar a obra. Tente criar nomes interessantes e atraentes que poderiam perfeitamente ser utilizados como títulos originais. Seja subversivo. Não se contente com ideias óbvias. Pense em ideias realmente inusitadas e inesperadas.


Para inspirar

Shane – Os Brutos Também Amam
Giant – Assim Caminha a Humanidade
The Hangover – Se Beber Não Case
Calamity Jane – Ardida Como Pimenta
The Wild Bunch – Meu Ódio Será Tua Herança
The Sound of Music – A Noviça Rebelde
The Godfather – O Poderoso Chefão


Publique os novos nomes nos comentários abaixo. E se for corajoso(a) mesmo, poste em suas redes sociais.

 

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Amaral, o amoral

Entidade que habita nosso cérebro com a capacidade de pensar em qualquer coisa, sem julgamento. Um ser amoral, separado de nossa consciência, nossas crenças e visão de mundo. Graças ao Amaral, conseguimos criar sem a preocupação de estarmos indo contra a nossa própria lógica, ignorando tranquilamente os conceitos de "certo" e "errado".

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