Podcast | Rádio Cachola

Luiz Guilherme, locutor de voz marcante e ator de mil faces

Uma conversa com um artista completo, de som e imagem

O Henrique conhece o Luiz Guilherme há muito tempo e fizeram vários trabalhos juntos. Um cara de temperamento forte, mas, segundo o Henrique, no fundo, lá no fundo mesmo, uma flor de pessoa. Grande profissional, tanto em sua carreira de locutor como na de ator, o Luiz nos deu o prazer de ouvir sobre sua história e sua experiência nestes dois mundos. Sua voz poderosa e muito particular, ajudou muito a transformar esse nosso Rádio Cachola em um podcast muito agradável de ouvir. Eu não conhecia o Luiz pessoalmente e adorei. Acho que você também vai gostar muito de ouvir nosso papo.

Neste episódio gravado nos estúdios da Play it Again, falamos um pouco sobre a trajetória do Luiz, mas principalmente sobre criatividade, tanto na vida dos atores como na vida de locutores, alguns causos e muito humor.

Quem é o Luiz?

Ator, locutor e produtor de áudio, começou fazendo o O Vigilante Rodoviário, com 11 anos de idade. Depois disso, só voltou a trabalhar como ator em 1979 em A Ópera do Malandro.

Administrador de empresas e publicitário por formação, Luiz mantém em paralelo a carreira de ator, uma produtora de jingles, trilhas sonoras e locuções para peças publicitárias em São Paulo.

Atuou no teatro em “Opera do Malandro” de Chico Buarque, “Viúva Porem Honesta” de Nelson Rodrigues, “Acorda Brasil” de Antonio Ermírio de Moraes e direção de José Possi Neto; “Candide”, de Leonard Bernstein e direção de Jorge Takla; ”Tio Vania” de Thecov, direção de Celso Frateschi e Roberto Lage; “Rei Lear” de Shakespeare e direção de Ron Daniels, Uma Questão de Imagem de Izaias Almada, “Ladrão Que Rouba Ladrão” de Ray Cooney, “Enlace – A Loja do Ourives” de Jô Santana, “O Velho” de Marcio Delgado – “Alemão”. Na TV, em “Anarquistas, Graças a Deus”, direção geral de Walter Avancini; “O Direito de Nascer”, direção Roberto Talma; “Kubanacan” de Carlos Lombardi, direção geral Wolf Maya, “A Lua Me Disse”, direção geral Roberto Talma; “Bicho do Mato”, direção geral Edson Spinello, “Pecado Mortal” de Carlos Lombardi, direção de Alexandre Avancini. No Cinema em “O Beijo da Mulher Aranha”, direção Hector Babenco; “Contos de Lígia e Morte”, direção Del Rangel, e “O Príncipe”, direção Hugo Giorgetti.

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Henrique, Luiz Guilherme e Lena
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Lena Feil

Gaúcha de nascimento e cidadã do mundo por opção, é formada em Desenho Industrial e Psicologia, é feminista e pensadora em período integral. Usa o cérebro para entender o cérebro. Estudiosa do comportamento e da criatividade, entusiasta da vida, viciada em novidades, em filosofia, no ser humano e em coisa mundanas também. É absolutamente fascinada por crianças, adora café, ama viajar, é geralmente divertida, e – às vezes – esnobe. Hoje, atua com Coolhunter da Escola Nômade para Mentes Criativas, sempre em busca do que existe de mais subversivo, inteligente e relevante em todas as partes do mundo.

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